Vi esse imagem no blog de um amigo e achei genial... piadinha com teor nerd só para não renegar (e principalmente, relembrar) as origens. o/
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Chapolin Colorado
Eu sempre fui um grande fã das séries Chaves e Chapolin... desde que era criança, chegava do colégio, tomava um banho (quando o fazia ¬¬’) e almoçava junto à telinha com os meus ídolos.
Bem, hoje as coisas não mudaram muito... só que o banho é obrigatório. ^^”
Mas, enfim...
Estava hoje revendo os episódios de “O Show Deve Continuar” - gravado em 1978 - e notei que na sexta e ultima parte desta saga, toca uma música triste. Anteriormente a esta música, as palavras de um zelador (Ramon Valdez) dizendo que aquele estúdio de filmagem seria demolido, porém, o que fora feito ali (a impressão e alegria causada pelos personagens) jamais conseguiriam destruir. E, em resposta o personagem Chapolin (Roberto Gomez Bolaños) completa dizendo que o cinema estaria sempre vivo.
No ano seguinte, foi ao ar o último episódio de Chapolin Colorado, onde toca a mesma música triste.
Em 1978, o ator Carlos Villagrán deixa o elenco. Já li que ele o teria feito por estar desanimado de continuar trabalhando ali e que ele o fez por querer seguir com seu próprio show, o Circo de Quico, se bem me lembro. Em 1979, é a vez de Ramon Valdez deixar o elenco.
Bem, isso é só uma idéia maluca que eu tive. Considerando as datas, será que a mensagem transmitida em “O Show Deve Continuar” foi, além de uma homenagem a grandes clássicos do cinema da época, uma forma de dizer que a série Chapolin estava no fim?
Apenas uma suposição: sabendo que Villagrán deixaria o programa (um dos melhores atores, diga-se de passagem) e, um ano depois Ramon (o melhor, na minha opinião) também o faria (por respeito a Villagrán), será que Bolaños não teria pensado em acabar com a série ao pensar na possibilidade de seus dois melhores atores saírem?
Bem, isso tudo pode ser apenas uma coincidência... mas até que faz algum sentido (ou não? o.o’). Ah, um outro detalhe que me ajudou a pensar nisso: “O Show Deve Continuar” é uma saga de seis partes das quais apenas cinco foram exibidas aqui no Brasil. Desta cinco, Carlos Villagrán teve uma participação mínima, só aparecendo em duas cenas se bem me lembro.
Mas, independente disso tudo, gostaria de deixar minha humilde homenagem a estas séries sensacionais que são Chapolin Colorado e Chaves. Creio que não chegarei a viver para ver outras séries de comédia que encantem o público por tantos e tantos anos...
Gostaria, também, de fazer um agradecimento ao meu amigo Jonathan, que me ajudou nas pesquisas e me alertou para alguns detalhes para este post. E, eu lhe asseguro, meu amigo, verei Chaves até ficar velhinho.
Bem, hoje as coisas não mudaram muito... só que o banho é obrigatório. ^^”
Mas, enfim...
Estava hoje revendo os episódios de “O Show Deve Continuar” - gravado em 1978 - e notei que na sexta e ultima parte desta saga, toca uma música triste. Anteriormente a esta música, as palavras de um zelador (Ramon Valdez) dizendo que aquele estúdio de filmagem seria demolido, porém, o que fora feito ali (a impressão e alegria causada pelos personagens) jamais conseguiriam destruir. E, em resposta o personagem Chapolin (Roberto Gomez Bolaños) completa dizendo que o cinema estaria sempre vivo.
No ano seguinte, foi ao ar o último episódio de Chapolin Colorado, onde toca a mesma música triste.
Em 1978, o ator Carlos Villagrán deixa o elenco. Já li que ele o teria feito por estar desanimado de continuar trabalhando ali e que ele o fez por querer seguir com seu próprio show, o Circo de Quico, se bem me lembro. Em 1979, é a vez de Ramon Valdez deixar o elenco.
Bem, isso é só uma idéia maluca que eu tive. Considerando as datas, será que a mensagem transmitida em “O Show Deve Continuar” foi, além de uma homenagem a grandes clássicos do cinema da época, uma forma de dizer que a série Chapolin estava no fim?
Apenas uma suposição: sabendo que Villagrán deixaria o programa (um dos melhores atores, diga-se de passagem) e, um ano depois Ramon (o melhor, na minha opinião) também o faria (por respeito a Villagrán), será que Bolaños não teria pensado em acabar com a série ao pensar na possibilidade de seus dois melhores atores saírem?
Bem, isso tudo pode ser apenas uma coincidência... mas até que faz algum sentido (ou não? o.o’). Ah, um outro detalhe que me ajudou a pensar nisso: “O Show Deve Continuar” é uma saga de seis partes das quais apenas cinco foram exibidas aqui no Brasil. Desta cinco, Carlos Villagrán teve uma participação mínima, só aparecendo em duas cenas se bem me lembro.
Mas, independente disso tudo, gostaria de deixar minha humilde homenagem a estas séries sensacionais que são Chapolin Colorado e Chaves. Creio que não chegarei a viver para ver outras séries de comédia que encantem o público por tantos e tantos anos...
Gostaria, também, de fazer um agradecimento ao meu amigo Jonathan, que me ajudou nas pesquisas e me alertou para alguns detalhes para este post. E, eu lhe asseguro, meu amigo, verei Chaves até ficar velhinho.
domingo, 8 de maio de 2011
Experiência Científica - Expressões Faciais

Este artigo não tem tanto um fundo engraçadinho ou crítico como os anteriores, mas real e puramente científico, pois se trata do primeiro passo que eu dei em relação a uma contribuição para a ciência (ainda que irrelevante para título acadêmico) e minha primeira experiência como psicólogo experimental... o que foi bem prazeroso, embora trabalhoso.
Este trabalho foi realizado em cima da pesquisa do expert em expressões faciais da atualidade, Dr. Paul Ekman. Quem já viu a série Lie to Me exibida pela Fox provavelmente já deve ter ouvido o nome deste ícone das emoções, uma vez que ele é consultor da série, além de realizar trabalhos mais interessantes, como os que faz para a CIA.
Bem, uma rápida explicação a respeito do assunto:
As expressões faciais são universais, ou seja, elas podem ser reconhecidas em qualquer lugar e em qualquer cultura. O fato de produzirmos as expressões em determinados contextos é algo inato ao ser humano, que se desenvolve nos primeiros meses do nascimento. Entretanto, o significado que damos àquela expressão é algo aprendido. Para exemplificar, quando ficamos felizes tendemos a sorrir e fazemos isso desde os primeiros meses. Entretanto, o fato de sabermos que aquilo significa a felicidade é algo aprendido.
Chega a ser um pouco empático. Se encontrarmos um desconhecido na rua e ele nos sorrir, tendemos a sorrir de volta, principalmente se não nos sentirmos ameaçados por esta pessoa. Afinal, na sociedade banalizada pela violência em que vivemos, acho ninguém iria sorrir genuinamente para um mendigo na rua...
As expressões são essenciais dentro de qualquer grupo gregário, pois ajudam a estabelecer relacionamentos e/ou impor respeito. Os chimpanzés podem apresentar sorrisos quando querem passar uma aparência amistosa para conseguir comida. Da mesma forma que um leão pode mostrar os dentes e franzir o cenho para impor sua raiva numa competição por uma potencial parceira. As emoções são essenciais para a vida, como o medo que pode nos manter afastados de ameaças.
As expressões são uma das principais formas de detectar mentiras nas emoções. Quando estamos infelizes, podemos conscientemente fingir um sorriso para disfarçar nossa emoção genuína, certo? Até que sim, mas um sorriso genuíno tem determinadas características bem particulares. Como nos animais ditos acima, as expressões são um tanto quanto instintivas. Um resumo destes sinais pode ser encontrado no canal do Lie to Me, no site da Fox. Ainda temos de citar as micro-expressões que são expressões faciais que ocorrem numa fração de segundo, que aparecem em nossas faces mesmo antes que saibamos conscientemente que estamos sentindo tais emoções. O modo de funcionamento é similar ao ato reflexo: quando colocamos a mão numa superfície quente, retiramos a mão antes mesmo de termos consciência da dor.
“Acho que fulana não está bem hoje” e outros tipos de mentalismos são oriundos da nossa capacidade de percepção destas micro-expressões. Pode ser algo difícil de ser captado a olho nu, mas o subconsciente percebe. Sabe aquelas mensagens subliminares que colocam uma logo marca da Coca-Cola entre um frame e outro nos filmes de cinema que nos faz ter vontade de beber o refrigerante? Não vemos, mas sentimos seus efeitos. É o mesmo princípio com as expressões faciais.

É quase uma intuição: uma interpretação pessoal e única daquilo que naquele momento se apresenta como verdade para aquela pessoa.
E se falamos de intuição, por que não abordar a intuição feminina? Aquela coisa mágica que faz as mulheres perceber tudo. Será que ela realmente funciona para a percepção das expressões faciais mesmo que estejam disfarçadas?
OBJETIVO: Apontar uma direção sobre a veracidade de pessoas do gênero feminino de poderem perceber as expressões faciais com mais facilidade que os pessoas do gênero masculino.
DESENVOLVIMENTO: Para tal experiência, foram entrevistados 30 candidatos (sendo 15 de cada sexo) a respeito do reconhecimento das expressões faciais. Para tal, foram utilizadas 14 imagens e uma legenda contendo as emoções primárias (raiva, alegria, medo, nojo, desprezo, tristeza e surpresa). Cada candidato deveria identificar as emoções em cada uma das expressões utilizando a legenda.
CONCLUSÃO: Por incrível que pareça, e contrariando o senso-comum, nesta experiência os homens tiveram um melhor desempenho no reconhecimento das expressões faciais. Dentre as 420 respostas, tivemos 148 acertos, dos quais 80 foram dos homens. Isso representa 54,05% dos acertos.
Obviamente este trabalho não tem nenhum valor acadêmico, pois apenas 30 pessoas não são suficientes para uma conclusão qualitativa. Talvez num futuro não muito distante eu possa fazer um trabalho deste tipo com mais recursos e candidatos.

Obs: só para constar, obtive nota máxima neste trabalho. ;D
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Inteligência Artificial
Seres mecânicos com engenhocas para reproduzir comportamentos e realizar tarefas é uma realidade há milhares de anos. Manuscritos a respeito de figuras mecânicas já foram encontrados em povos egípcios e árabes. Os chineses, no século já tinham inventado peixes mecânicos, bem como alguns criados que serviam vinho, cantavam, dançavam e tocavam instrumentos musicais. No século VI um relógio na região da Palestina, de hora em hora, anunciava a hora com um conjunto de figuras mecânicas. O mítico povo atlante, famoso por possuírem uma tecnologia incrivelmente avançada também pode ser citado aqui.
Entretanto, acredito que o grande reconhecimento de inserir máquinas com comportamentos na sociedade para realizar tarefas que ajudariam os humanos aconteceu no século XVII com o mecanicismo, onde comparavam o homem a um relógio; uma quantidade absurda [e complexa] de engrenagens e peças que, juntas, realizam uma tarefa. Assim surgiu modelo do Homem Biomédico, muito forçado (e acho que esta palavra cabe perfeitamente aqui) por Descartes. A visão cartesiana dizia que o homem, e o universo, eram como um relógio; um conjunto complexo de peças que poderia ser completamente entendido se compreendido como as engrenagens do mundo funcionavam. Atualmente já estamos acostumados com tais mecanismos, muito presente nos brinquedos e eletrodomésticos. Mas já pararam para se perguntar como seria um mundo onde as máquinas tivessem personalidade?
Talvez este universo de inteligência artificial super-realístico traria uma melhor compreensão humana da vida ou você entrar em guerra com o seu computador que pode fazer milhares de cálculos por segundo geraria um apocalipse?
Em especial a Ficção Científica nos traz uma mostra de como seria este mundo, dito por alguns, futuristas. Vamos analisar alguns casos de mundos robóticos:
1. Projeto Zeta: um robô projetado para ser uma máquina de espionagem e infiltração do governo norte americano se nega a cumprir uma missão graças a um software de consciência criado por seu projetista e passa a ser perseguido por agentes. Na fuga, conhece uma garota apelidada de Rô que não tem família. Ambos passam a ser amigos e vivem para procurar o projetista de Zeta. Dispensável dizer que a vida dos dois vira um inferno, apesar de sempre acabar bem cada episódio.
2. Resident Evil (filme): baseado numa série de jogos de mesmo nome, a trama se passa na Colméia que é uma base de pesquisas genéticas ilegais pertencente a Corporação Umbrela. Após o T-Vírus ser espalhado, a Rainha Vermelha (um sistema de inteligência articial) tranca todas as portas matando todo mundo (palmas para a cena em que ela ativa os sistemas de defesa da Colméia, por sinal) para impedir que o vírus saia dali. Certo que foi por um “bem maior” que não adiantou nada, pois acontece um Apocalipse Zumbi de qualquer forma.
3. Star Wars: série clássica de filmes onde os robôs existem em abundância. Na verdade, existe um exército deles que lutam pelo Império. Claro, existem os IA bonzinhos também como o C3PO e o R2-D2. Mas o mais impressionante e motherfucker é o General Grievous, cuja inteligência provavelmente vem de um cérebro humano. Era um caçador de Jedi, dos quais roubava os sabres e os usava em suas batalhas e tornou-se líder dos Separatistas após a morte de Dookan (melhor usar o nome em inglês... quem entendeu, ótimo).
4. Inteligência Artificial: filme dirigido por Steven Spilberg onde os robôs são bem parecidos com os humanos, a não ser pelo fato de não terem emoções, com exceção de David, o protagonista da série, que é um novo projeto de robôs com sentimentos para serem adotados como filhos (imortais e que nunca envelhecem, tudo o que uma mãe neurótica quer). Entretanto, a vida logo se mostra um pequeno inferno e o jovem David precisa conhecer um mundo promiscuo onde os a prostituição de robôs e sua destruição é um esporte legalizado.
5. Portal: jogo de estratégia que se passa dentro de uma companhia chamada Aparture Science. Neste jogo, você deve testar uma nova arma que abre portais e, no final dos testes, lhe é prometido um bolo pela simpática robô GLaDOS. Após descoberto que o bolo é uma mentira, você decide se vingar e destruir o sistema de inteligência artificial. O grande interessante de GLaDOS, entretanto, é que mesmo sabendo que ela quer te matar e mentiu a vida toda, você não consegue sentir raiva dela, principalmente após ouvir a música dela no fim do jogo (vídeo da música no fim do post).
6. Matrix: trilogia cinematográfica onde as máquinas dominaram o mundo e forçaram os humanos a se esconder no interior da Terra, único lugar quente o suficiente para permanecer a vida. Pondo de lados os efeitos especiais, magníficos para a época, o filme mostra um futuro Meca-apocaliptico. Dispensa mais palavras aqui.
Vendo estes seis exemplos, me pergunto qual será o real futuro da humanidade com o avanço tecnológico. Será que irão considerar as Leis de Asimov quando forem programar seres com inteligências tão superiores as nossas?
Tá certo... melhor ser realista: ativem o Protocolo Bluehand.
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